A família de Anderson é uma das 10 beneficiadas com o auxílio-moradia,
programa implantado pela Prefeitura Municipal de Sorriso. Pedreiro e trabalhador autônomo, ele sustentava
a família com o trabalho realizado em diárias, até sofrer um acidente de trabalho
que o deixou impossibilitado de exercer a profissão. Diante da perda da renda e
com um filho pequeno para sustentar, ele passou a receber o auxílio-moradia,
que garante condições para manter um teto enquanto busca reorganizar sua vida.
Nesta semana, o vereador Brendo Braga (Republicanos), autor
da proposta que deu origem à Lei Municipal nº 3.727/2025, responsável pela
criação do benefício, acompanhou a secretária municipal de Assistência Social,
Daniela Marsola Stel, em visita a uma das famílias contempladas pelo benefício. Lá, conheceu a história de Anderson. A agenda teve como objetivo conhecer de perto
a realidade dos beneficiários.
“Quando apresentamos
essa proposta, pensamos justamente em famílias que, de uma hora para outra, se
veem diante de uma situação extrema e sem condições de manter a própria
moradia. Ver que essa lei está transformando vidas mostra que o trabalho do
Legislativo pode gerar resultados concretos para quem mais precisa”, pontua.
O AUXÍLIO - Criado por meio de projeto de autoria do
parlamentar e sancionado em julho de 2025 pelo prefeito Alei Fernandes, o
auxílio-moradia é um benefício emergencial e temporário destinado a pessoas que
perderam totalmente o imóvel em decorrência de incêndios, desabamentos, riscos
estruturais, abandono do domicílio, rompimento de vínculos familiares,
violência doméstica ou outras situações que exijam a saída imediata da
residência.
A legislação prevê o pagamento de até R$ 1040,00 mensais para custear aluguel por um período inicial de três meses, podendo ser prorrogado por igual período, conforme avaliação técnica da Secretaria Municipal de Assistência Social e do Conselho Municipal de Assistência Social.
Para Brendo, o auxílio-moradia cumpre um importante papel na
rede de proteção social do município. “Não se trata de resolver o déficit
habitacional, mas de garantir que famílias em situações emergenciais não fiquem
desamparadas. É uma política pública que acolhe, protege e oferece condições
para que as pessoas possam reconstruir suas vidas com dignidade”, finaliza.